Boas notícias na Economia Portuguesa

 

lazulpensamento-positivoA reação do ministro das Finanças à emissão de dívida portuguesa a 10 anos foi positiva, nas palavras de Vítor Gaspar foi ”a operação foi um grande sucesso”.

Segundo Vítor Gaspar, Portugal vendeu “abaixo de 5,7%, um valor elevado que se justifica dado que estamos a gerir um processo de regresso aos mercados”.

Estas são boas notícias para a economia portuguesa e sobretudo para as PME’s uma vez que podem melhorar as suas condições de financiamento junto dos investidores e da banca.

Nem tudo são más notícias por aqui! Vamos continuar a pensar positivo!

Financial Times elogia produtos “made in Portugal”

Made-in-PT“O Financial Times (FT) publicou, esta terça-feira, um artigo que elogia diversos produtos “Made in Portugal”, vistos como exemplos de artigos produzidos no nosso país que interessam ao resto do mundo e captam a atenção dos compradores estrangeiros.
Entre os produtos destacados pelo prestigiado jornal internacional está o papel higiénico preto Renova Black, “o favorito de Simon Cowell, produtor de espetáculos sobre talentos em televisão”, e o calçado português, nomeadamente “os sapatos usados pela mãe e irmã da noiva no casamento do príncipe William e Kate Middleton”, também de origem portuguesa.
Para dar força aos exemplos apresentados, o FT falou com Luís Saramago, diretor de marketing da Renova, que descreveu o papel higiénico preto como um símbolo de “inovação e diferenciação de produto”, à semelhança dos tecidos perfumados e de uma linha “verde” de produtos reciclados que é vendida, hoje, pela marca em mais de 60 países.
O jornal conversou também com Jorge Correia, fundador da Helsar, uma empresa familiar de calçados do Porto que, apesar de muitos pedidos feitos por clientes para rotular os seus sapatos como tendo origem noutros países, como Itália, garante que “nunca” permitirá que tal aconteça.
“No negócio do calçado, o “made in Portugal” agora tem quase o mesmo peso como o “made in Italy”, salientou o empresário, que adiantou que as exportações da empresa aumentaram de 9% há seis anos para cerca de 70% nos dias que correm. Além disso, os sapatos produzidos pela empresa ganharam “um prestígio especial” depois de terem sido exibidos por Carol e Pippa Middleton no matrimónio real.
O elogio às exportações lusitanas não fica por aqui, dando-se ainda relevo a casos de sucesso como o da Autoeuropa, a segunda maior empresa exportadora nacional, e ao aumento das vendas para a China, em especial de veículos e componentes de automóveis.
Em jeito de conclusão, o FT sublinha o facto de as exportações serem o motor da economia portuguesa. Graças à aceleração “significativa” das vendas para o exterior, foi possível, aponta o jornal, reduzir o défice comercial e oferecer “um horizonte de esperança a um país mergulhado numa recessão profunda, lutando contra um desemprego recorde e que enfrenta um futuro incerto”.
Clique AQUI para aceder ao artigo (em inglês).”

Empreender é a nossa estranha forma de vida!

Anos de empreendedores, anos de homens capazes de enfrentar tormentas, descobrir novos territórios, empreender novos rumos e novos caminhos!
Empreender está no código genético dos portugueses, empreender está-nos na massa do sangue, empreender é a nossa estranha forma de vida, vais entrar nesta caravela?!

AIP aposta no Empreendedorismo Qualificado

A AIP pretende reforçar o seu contributo para o aumento da competitividade do país, sendo o Empreendedorismo Qualificado uma iniciativa que permitirá diagnosticar o potencial empreendedor de algumas regiões portuguesas e despertar para a importância de factores como a cooperação, redes estratégicas, valorização dos recursos humanos, inovação e análise a sectores de maior potencial.

 O empreendedorismo de valor acrescentado tem como destinatários estudantes do ensino superior e empreendedores com qualificações que pretendem incrementar o seu projeto empreendedor através da aplicação de ferramentas inovadoras e de um acompanhamento especializado baseado no “Modelo de Mentoring”, assente numa componente prática.

 Através desta iniciativa, os potenciais empresários vão fazer um percurso que irá permitir conhecer o potencial empreendedor de cada região, identificar os sectores chave para o futuro assim como as mais-valias regionais de estímulo ao empreendedorismo, conhecer os agentes e oportunidades de parceria, aplicando-se em simultâneo um modelo de plano de negócios.

Mais informações em www.aip.pt

Ética e Fotografia – No Contexto do Fotojornalismo

Neste contexto podemos considerar que o fotógrafo faz fotografias com a finalidade de informar o público por via da publicação das imagens num jornal ou num outro qualquer Media de circulação massiveddie_adams_vietconga.

Como exemplos mais famosos podemos citar a fotografia de Eddie Adams que retrata a execução sumária de um prisioneiro Vietcong, ou as fotografias que Robert Capa recolheu na Guerra Civil espanhola (em particular “Falling Soldier”), bem como as que fez no Dia D (invasão da Normandia).

O objeto central da discussão ética no fotojornalismo está ligado ao tipo de entendimento e interpretação que este tipo de imagens pode gerar na opinião pública. Desde que Platão publicou o seu Livro “A República”, tem vindo a ser discutido que as imagens são incapazes de ministrar o tipo de compreensão que é requerida para se alcançar o conhecimento. Por oposição às palavras escritas. Estas são capazes de providenciar o tipo de narrativa que se considera para a avaliação ética ou para aquilo que Susan Sontag designa de Conhecimento ético ou político no seu ensaio “Na Caverna de Platão”.

Se tivermos em consideração aquilo que Eddie Adams retrata na já referida fotografia de uma execução sumária; a fotografia por si só habilita o observador a saber que pelo menos uma pessoa foi morta de uma forma deliberada por via de um tiro na cabeça. Porém torna-se depois necessário algum conhecimento para que o observador posso avaliar o ato em termos éticos, como por exemplo, a série de eventos que antecederam o ato; bem como os Estados de Espírito das pessoas envolvidas. O observador também precisa de saber, por exemplo, se o homem executado cometeu ele próprio algum ato deliberado de assassinato, ou se o seu assassino acreditava que cometendo esse ato de execução sumária estaria a prevenir assassinatos no futuro. Nenhum deste conhecimento pode ser adquirido por via da observação/análise de uma fotografia, no entanto as palavras podem facilmente prover este tipo de conhecimento.  Elas podem, por exemplo, informar o leitor de atos hediondos cometidos previamente pela vitima da fotografia de Eddie Adams. De facto, alguns meses depois de esta fotografia ter sido amplamente difundida, Adams tomou conhecimento de que a vítima que retratou tinha, horas antes, assassinado uma família inteira. Esta descoberta deu a Adams um remorso para o resto da vida pelo prejuízo que a sua foto trouxe à reputação do executor nele retratado.

Tais Limitações no tipo de significados que fotografias podem trazer levou Susan Sontag a concluir que as imagens fotojornalísticas podem criar consciencialização e que o efeito de tais imagens podem ter não irá além de aportar um certo tipo de sentimentalismo.

A mesma autora, em 2003, escreveu um trabalho intitulado “Regarding The Pain of Others”, no qual descreveu algumas dimensões éticas positivas do fotojornalismo: tais imagens podem levar os observadores a ter presentes as atrocidades cometidas no passado. Recordar e ter presentes estes atos é, na opinião da autora, um ato ético que é intrínseco e positivo. As imagens fotojornalísticas também podem ajudar a manter o sofrimento daqueles que estão geograficamente distantes na mente dos observadores e desta forma garantir que o sofrimento não seja ignorado. Mas Susan Sontag mantém-se firma na sua falta de otimismo no que concerne ao potencial que as fotografias  têm para trazer aos observadores entendimento e compreensão.

Uma segunda questão tem que ver com a dimensão que o fotojornalismo adquiriu com o advento do Digital. Antes da difusão massiva desta tecnologia era impossível editar uma fotografia e alterá-la de forma impercetível. Como consequência, os observadores de imagens fotojornalísticas desenvolveram uma confiança implícita na veracidade das imagens difundidas, pois acreditava-se que elas eram sempre verdadeiras, e por isso os observadores tinham, regra geral, boas razões para acreditar nelas, bem como nas crenças que elas podem aportar.

Bárbara Savedoff, no seu livro “Transforming Images – How Photography Complicates the Picture” defendeu que essa confiança depositada pelos observadores naimagem fotojornalística foi trazida para a Era Digital. Uma imagem aparentemente alterada, se apresentada a uma audiência de confiança, pode alimentar crenças completamente falsas, mesmo enquanto os observadores acreditam que têm boas razões para pensar que essas crenças são verdadeiras.  Este tipo de confiança perdeu a vantagem inicial e levou muitos jornais a lidar duramente com fotojornalistas que não resistem à tentação. Valerá a pena citar um de muitos exemplos: um fotojornalista do Los Angeles Times que foi despedido por ter fornecido uma imagem digitalmente alterada para uma primeira página dessa publicação. Porém seria injusto não referir que muitos conselhos editoriais fomentam este tipo de práticas. Os fotojornalistas têm-se mostrado porém ativos e têm-se manifestado insistentemente sobre a falta de ética que existe neste Mundo.

Os fundadores e membros da agência Magnum Photos, nas décadas de 50 e 60 do século passado, codificaram muitos aspetos daquilo que é considerado uma prática eticamente aceitável. Anteriormente, no início do séc. XX, o uso de imagens fotográficas em propaganda, até mesmo aquelas que eram obviamente bastante manipuladas, tais como as fotomontagens e colagens de Jonh Heartfield ou Hannah Höch nas décadas de 20 e 30 deram origem a um novo léxico relacionado com o uso das imagens para propósitos e objetivos relacionados com a vida social.

O observador suportou a oportunidade de ser educado sobre a natureza da imagem através de ela própria, bem como acerca dos seus propósitos e, assim poder discutir melhor as discussões éticas que entretanto surgiram.

acções de formação “Learning Coaching” e “Teaching and Learning Advisor” – Formações Gratuitas

 

 

O ISQ tem o prazer de convidar para participar nas seguintes acções piloto:

  • ·         “Learning Coaching: Técnicas de coaching aplicadas à área da educação e formação” – 6 e 7 de Maio, das 9h30 às 17h30
  • ·         “Teaching and Learning Advisor: Metodologias de gestão do comportamento e diversidade” – 8 e 9 de Maio, das 9h30 às 17h30

 

Esta iniciativa é realizada no âmbito do Projecto Europeu TWO o’CLOCK – Time to work on advisors and coaches on VET (http://2oclock.eu), financiado pela Comissão Europeia,  Programa Leonardo da Vinci – Transferência de Inovação, que reúne parceiros do Reino Unido, Áustria, Grécia, Bulgária, Turquia ePortugal.

 

Estas acções de formação são dirigidas aos profissionais na área da educação e formação profissional e oferecem uma abordagem inovadora ao nível das metodologias e técnicas aplicadas ao ensino, permitindo o desenvolvimentos de competências profissionais.

 

Esta acção é gratuita e irá decorrer nas instalações do ISQ no Taguspark, Oeiras.

 

Para mais informações e inscrição agradecemos a consulta do Catálogo de Formação do ISQ através dos seguinte links:

  • ·         Learning Coaching

http://www.isq.pt/formacao/catalogo/detalhe.asp?id_curso=4589

  • ·         Teaching and Learning Advisor

http://www.isq.pt/formacao/catalogo/detalhe.asp?id_curso=4590

AIP reforça valor da Propriedade Industrial

A AIP prepara-se para lançar um programa de sensibilização junto das empresas portuguesas para a importância da propriedade industrial. Contribuir para a proteção das marcas, logotipo, desenhos, modelos ou das patentes das empresas, promovendo a sua exploração em regime de exclusivo e impedindo apropriações indevidas ou utilizações abusivas por terceiros, são alguns dos objetivos do projeto.

“Proteger Inovação” é a denominação do projeto que vai diagnosticar o atual estado desta atividade em algumas regiões de Portugal, produzindo ferramentas de apoio às empresas para que estas possam facilmente valorizar os seus ativos neste domínio. Em paralelo serão realizadas ações de divulgação através de seminários e workshops temáticos tendentes a promover a integração das empresas em redes de propriedade intelectual nacionais e internacionais.

A AIP é detentora de conhecimentos e competências neste domínio e, nesta sua ação tem-se deparado com a fraca utilização da propriedade intelectual por parte das empresas. A nível Europeu, Portugal é um dos países com menos pedidos de registo de patentes.

Num contexto em que as empresas portuguesas procuram alcançar novos mercados por via da internacionalização, a proteção assume especial relevância, evitando perdas para as empresas com cópias ilegais dos seus produtos ou serviços, ou das suas marcas distintivas.

Mais informações em www.aip.pt

INTERNACIONAL CONGRESS ON SAFETY AND LABOUR MARKET 2013

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Com o alto patrocínio das três Instituições que promovem este evento (ACT, AFTEBI e UBI), o apoio da Ordem dos Engenheiros e da Organização Internacional do Trabalho, vai decorrer na cidade da Covilhã, no Grande Auditório da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, nos dias 8 e 9 de Maio próximos o “INTERNACIONAL CONGRESS ON SAFETY AND LABOUR MARKET 2013”.

Esta iniciativa assume-se como um tempo e espaço de debate de um vasto conjunto de preocupações sentidas por empresários, trabalhadores, parceiros sociais, membros das Administrações Publicas, central e local, Governo, Parlamento, Presidência da República, para além de organizações internacionais e pelos mass media.

Concebido como um amplo fórum de discussão, o evento tem por objectivos fomentar o contacto entre os vários agentes e possibilitar a partilha de conhecimentos e das actividades de investigação, de inovação e desenvolvimento, de interesse relevante para qualquer actividade económica.

Durante este evento iremos ver debatidas, ao longo dos dois dias, as temáticas da prevenção de riscos e doenças profissionais, a sinistralidade laboral e a segurança em contexto de trabalho, os riscos profissionais emergentes e ainda, práticas bem-sucedidas em termos de educação, formação, prevenção, segurança e emprego, emprego e desemprego, incluindo o desemprego jovem, a qualidade do emprego, a formação ao longo da vida e a qualificação inicial.

Face à relevância das matérias em reflexão, consideramos de extrema importância a participação de V/Ex.a neste espaço de debate, pelo que muito nos honraria tê-lo entre nós.

Para mais informações acerca de como poderá participar, deverá consultar a página do Congresso em: http://www.icslm.com/

Comunilog Consulting Lider empresarial pela Microsoft Portugal

A Comunilog Consulting foi a entidade convidada como líder empresarial, pela Microsoft Portugal para o programa Lideres Inovadores, programa este da Microsoft e do Ministério da Educação e Ciência e que visa a qualificação nas áreas da gestão e Liderança dos Diretores de Escolas/Agrupamento

Programas Lideres microsoft Comunilog