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Financial Times elogia produtos “made in Portugal”

Made-in-PT“O Financial Times (FT) publicou, esta terça-feira, um artigo que elogia diversos produtos “Made in Portugal”, vistos como exemplos de artigos produzidos no nosso país que interessam ao resto do mundo e captam a atenção dos compradores estrangeiros.
Entre os produtos destacados pelo prestigiado jornal internacional está o papel higiénico preto Renova Black, “o favorito de Simon Cowell, produtor de espetáculos sobre talentos em televisão”, e o calçado português, nomeadamente “os sapatos usados pela mãe e irmã da noiva no casamento do príncipe William e Kate Middleton”, também de origem portuguesa.
Para dar força aos exemplos apresentados, o FT falou com Luís Saramago, diretor de marketing da Renova, que descreveu o papel higiénico preto como um símbolo de “inovação e diferenciação de produto”, à semelhança dos tecidos perfumados e de uma linha “verde” de produtos reciclados que é vendida, hoje, pela marca em mais de 60 países.
O jornal conversou também com Jorge Correia, fundador da Helsar, uma empresa familiar de calçados do Porto que, apesar de muitos pedidos feitos por clientes para rotular os seus sapatos como tendo origem noutros países, como Itália, garante que “nunca” permitirá que tal aconteça.
“No negócio do calçado, o “made in Portugal” agora tem quase o mesmo peso como o “made in Italy”, salientou o empresário, que adiantou que as exportações da empresa aumentaram de 9% há seis anos para cerca de 70% nos dias que correm. Além disso, os sapatos produzidos pela empresa ganharam “um prestígio especial” depois de terem sido exibidos por Carol e Pippa Middleton no matrimónio real.
O elogio às exportações lusitanas não fica por aqui, dando-se ainda relevo a casos de sucesso como o da Autoeuropa, a segunda maior empresa exportadora nacional, e ao aumento das vendas para a China, em especial de veículos e componentes de automóveis.
Em jeito de conclusão, o FT sublinha o facto de as exportações serem o motor da economia portuguesa. Graças à aceleração “significativa” das vendas para o exterior, foi possível, aponta o jornal, reduzir o défice comercial e oferecer “um horizonte de esperança a um país mergulhado numa recessão profunda, lutando contra um desemprego recorde e que enfrenta um futuro incerto”.
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