COMUNIBLOG

Blog oficial da Comunilog Consulting                                                                                                                                                                                                                                                                            


Patê de delicias do Mar e Cenoura na Bimby

Ingredientes

2 Cenouras

Meia embalagem das pequenas de delícias do mar

2 colheres de sopa de Maionese Magra

 

Modo de preparação

 

Colocar as cenouras descascadas e cortada em pedaços pequenos na Bimby 40 segundos velocidade 4. Depois de relada retirar do copo e acondicionar. Depois colocar as delícias do mar na Bimby, 40 segundos velocidade 4 .

Juntar a cenoura ás delicias do mar e colocar duas colheres de Maionese Magra, mexer na colher durante 30 segundos.

Levar ao frigorifico após alguns minutos está pronta a servir.

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sumo de kiwi e pêra na Bimby

Ingredientes

2 Kiwis maduros
2 pêras madura
1 banana
400 dl de água

Adoçante Q.B

Modo de preparar

Colocar a fruta descascada e cortada em bocados na Bimby 2 minutos velocidade 9.

Juntar a água e o aduçante velocidade 3 alguns segundos.

S

Esconderijos bizarros utilizados por emigrantes ilegais para entrar nos EUA

 

 

Interessante e preocupante o que as pessoas fazem para fugir á miséria, e á procura de uma vida melhor .

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Quando o impossível é palavra proibida – história real – Campo Flutuante

 

 

 

A História real do Panyee futebol club, que fez um campo em pleno mar, quando ninguém acreditava, eles montaram um campo flutuante . Após alguma desconfiança e três meses de trabalho foi possível transformar um sonho em realidade , transformando o Panyee num dos melhores clubes juvenis da Tailândia .

Fantástico .

Afinal o sonho comanda a vida

Video institucional

 

A história da equipa


Quem é Celeste Caeiro ?

No dia 25 de Abril de 2014 comemoraram-se os 40 anos da revolução, lembra-se os capitães, os políticos, entre outros intervenientes . Ma há um nome que teve um papel importante na nomenclatura da revolução, a revolução dos cravos. Essa pessoa é Celeste Caeiro , ” Celeste dos Cravos “, que trabalhando num restaurante, foi no dia 24 de Abril,  buscar flores para uma festa no seu local de trabalho. No dia 24 de abril de 1974 foi buscar as flores ao florista e o estabelecimento estava fechado, pois estava já, a desenvolver-se nesse momento a revolução, mas o dono autorizou, celeste a levar as flores . Assim Celeste Caeiro agarrou nas flores e foi ver o que estava a acontecer. E foi assim que celeste com um ramo de cravos na mão, deu um cravo a um soldado que colocou no cano da sua espingarda . Vendo isto os restantes soldados pediram também cravos a celeste e repetiram o mesmo gesto,ficando assim para sempre conhecida a nossa revolução de Abril como revolução dos cravos.

 

celeste-comunilog

 

 

Obrigado Celeste Caeiro

Obrigado Soldados de Abril

Viva o 25 de Abril

 


Abandonados – Artigo de Tiago Gonçalves

 ” Uma televisão nacional tem dedicado os seus serões de Domingo à temática de edifícios ou espaços públicos abandonados chamando a atenção para o flagelo de zonas públicas perfeitamente esquecidas que criam verdadeiras chagas na malha urbana de grandes cidades.

                A Guarda podia, perfeitamente, ser um dos locais onde um programa desta natureza teria perfeito cabimento chamando a atenção para a degradação de diversos espaços de eleição que ensombram a nossa cidade.

                Este programa presta um enorme serviço público por colocar na ordem do dia uma certa forma de ver a cidade e os seus espaços degradados e porque representa aquela que devia ser uma das principais prioridades das autarquias e da administração central que é a da recuperação do património público e a necessidade de o rentabilizar e de lhe dar utilidade.

                O Interior é hoje em dia um verdadeiro viveiro de espaços públicos sem utilidade e de espaços privados sem vida. Nuns casos porque os serviços públicos foram, pouco a pouco, desaparecendo. Noutro porque os agentes privados se desinteressaram e esqueceram a história construída através de gerações.

                A Guarda e o seu centro urbano não constituem exceção à regra. A Praça Velha e toda a zona contígua é um verdadeiro assombro nessa matéria com inúmeros prédios degradados e ao abandono sem qualquer perspetiva de recuperação. Mas imóveis públicos como o “Hotel Turismo” ou a antiga sede das “Estradas de Portugal”, e particulares como o “Cine Teatro” ou o edifício “do ex-Montepio” representam chagas na cidade que, além de nos envergonharem, constituem em alguns casos verdadeiras ameaças à saúde pública.

                Recuperar esses locais e devolvê-los às cidades deve ser uma prioridade. Se no caso dos edifícios que ainda se encontram na esfera pública tal situação devia ter uma resolução rápida e orientada em função do interesse público da população e da própria dinâmica das cidades não podemos deixar de olhar com enorme preocupação a degradação de património na esfera dos agentes privados.

                A verdade é que os privados têm sido os principais responsáveis pela degradação da malha urbana das cidades deixando de investir e desinteressando-se pelo património familiar ao ponto de deixarem casas e fachadas ruírem e tornarem-se espaços privilegiados para atividades ilícitas e, bem assim, tornarem imóveis em locais insalubres dos quais os cidadãos necessariamente se afastam.

                Olhar os espaços abandonados é uma necessidade de todo o país e carece de intervenção legislativa à altura que penalize verdadeiramente os proprietários desinteressados e que, ostensivamente, deixam degradar o seu património que, em última instância e quando em locais centrais e privilegiados da malha urbana das cidades, penaliza toda uma comunidade.

                Acabar com estas chagas urbanas deve estar na ordem do dia. Passado o tempo da construção a hora, é agora, a da regeneração urbana. A capacidade de reinventar edifícios e outros espaços é fundamental na construção de novos modelos de cidades.

A Guarda e a sua autarquia devem por isso olhar de forma clara a malha urbana usando os instrumentos legislativos e capacidade de influência ao seu dispor para obrigar a intervenções urbanas que libertem a cidade destes símbolos de decadência que a tornam mais feia e desagradável tanto aos olhos de quem nos visita como aos daqueles que passam e se foram habituando a olhar aqueles edifícios com um misto de saudade e tristeza.

”    

Texto da Autoria de Tiago Gonçalves , Formador e colaborador  da Comunilog Consulting .