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Informação AIP – Alargamento do prazo para reembolso de empréstimos

ALARGAMENTO DO PRAZO PARA REEMBOLSO DE EMPRÉSTIMOS

 

O alargamento do prazo em mais 12 meses para pagamento dos empréstimos aprovados ao abrigo das linhas de crédito PME Investe já foi aprovado, sendo uma das medidas que insistentemente a AIP vinha a defender.

Durante o período de alargamento de prazo das operações não haverá lugar a quaisquer reembolsos de capital e podendo também ser aplicada esta medida às empresas que já beneficiaram do período adicional anteriormente previsto.

As empresas deverão solicitar junto do seu Banco o alargamento do prazo com carência de reembolso de capital, que após aprovação será reencaminhado para a sociedade de garantia mútua respectiva para decisão e formalização.

Todas as informações adicionais poderão ser consultadas na ficha técnica, que se encontra disponível no portal da AIP emwww.aip.pt.

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Tomada de posição aip – Conflito laboral nos portos

 

TOMADA DE POSIÇÃO DA AIP

CONFLITO LABORAL NOS PORTOS

A AIP considera que o prolongamento da paralisação do trabalho portuário, nomeadamente no Porto de Lisboa, tornou-se insustentável. Não existe justificação para o agravamento das condições de laboração, em particular, no principal porto nacional. É visível o repúdio de todos os sectores da economia portuguesa pelas posições assumidas pelos sindicatos e pela insensibilidade demonstrada face aos interesses do país.

O governo terá de voltar a aumentar o número de horas de trabalho de serviços mínimos, de forma a tornar operacional o Porto de Lisboa. Caso não seja cumprido ou se torne insuficiente, deverá decretar a requisição civil, dados os superiores interesses colectivos do país.

A AIP alerta ainda que o grande objectivo das empresas exportadoras é a redução dos custos das operações portuárias e o aumento da competitividade dos portos nacionais. A eventual resolução deste conflito nunca poderá passar pelo agravamento da factura portuária, suportada pelo sector transaccionável da nossa economia.

Finalmente, a AIP considera que este conflito demonstra que a situação de emergência nacional que o país atravessa, e que alguns teimam em não compreender, torna inadequada e de urgente reformulação alguns preceitos do contrato social existente no país, como é o caso do exercício irrestrito do direito à greve.